quinta-feira, 4 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
O CÉREBRO ACEITA TUDO
* Ana Lucia Cervi Prado
“Quer você acredite que pode fazer uma coisa, ou acredite que não pode, você está certo”, já dizia Shakespeare. Longe de todo o aparato tecnológico, com a experiência de vida , Shakespeare já sabia por verdade o que hoje a ciência prova através de pesquisas científicas : a todo o momento mandamos mensagens ao nosso sistema nervoso. Quando essas mensagens se repetem, o sistema nervoso avisa o cérebro que passa a produzir o resultado abrindo as possibilidades para que tudo aconteça conforme estejamos pensando. Ora vejam! Então é bom que comecemos a pensar sobre o que estamos pensando, sobre o que costumamos pensar ou sobre como não costumamos pensar a respeito de qualquer coisa! Se nosso cérebro aceita tudo, precisamos começar a pensar sobre nossas crenças, sobre nossos valores. São eles fontes de mensagens que viajam continuamente pelo nosso sistema nervoso e colocam o nosso cérebro em prontidão para produzir ações capazes de criar um determinado resultado. Tudo isso acontece com ou sem a nossa participação. Qual opção você prefere? Fazer parte da construção de sua vida e responsabilizar-se por ela, ou acreditar na estrofe daquela música que diz: “deixe a vida me levar, vida leva eu...”? Veja que só há uma condição: a de sua escolha, e essa é a boa notícia! Sua vida não depende de circunstâncias, de situações momentâneas, mas sim daquilo em que você acredita, e, sobretudo, daquilo que você faz. As crenças e as ações geram representações baseadas na interpretação individual das experiências vividas. Então, de acordo com suas representações, você poderá ganhar ou perder, dependendo se elas fortalecem ou impõem limites. As representações são as fontes de recursos para produzir ações que levam à vitória ou à derrota. Basta então que representemos coisas boas para nós repetidamente até impressionarmos nosso cérebro que obedientemente nos colocará em um estado de recurso capaz de nos mobilizar em direção ao resultado desejado. Simples assim, mas não fácil. Não depende de sua crença, depende de treino.
*Professora Dra. em Ciências da Saúde
Consultora Mano a Mano Cursos
www.manoamanocursos.com.br
“Quer você acredite que pode fazer uma coisa, ou acredite que não pode, você está certo”, já dizia Shakespeare. Longe de todo o aparato tecnológico, com a experiência de vida , Shakespeare já sabia por verdade o que hoje a ciência prova através de pesquisas científicas : a todo o momento mandamos mensagens ao nosso sistema nervoso. Quando essas mensagens se repetem, o sistema nervoso avisa o cérebro que passa a produzir o resultado abrindo as possibilidades para que tudo aconteça conforme estejamos pensando. Ora vejam! Então é bom que comecemos a pensar sobre o que estamos pensando, sobre o que costumamos pensar ou sobre como não costumamos pensar a respeito de qualquer coisa! Se nosso cérebro aceita tudo, precisamos começar a pensar sobre nossas crenças, sobre nossos valores. São eles fontes de mensagens que viajam continuamente pelo nosso sistema nervoso e colocam o nosso cérebro em prontidão para produzir ações capazes de criar um determinado resultado. Tudo isso acontece com ou sem a nossa participação. Qual opção você prefere? Fazer parte da construção de sua vida e responsabilizar-se por ela, ou acreditar na estrofe daquela música que diz: “deixe a vida me levar, vida leva eu...”? Veja que só há uma condição: a de sua escolha, e essa é a boa notícia! Sua vida não depende de circunstâncias, de situações momentâneas, mas sim daquilo em que você acredita, e, sobretudo, daquilo que você faz. As crenças e as ações geram representações baseadas na interpretação individual das experiências vividas. Então, de acordo com suas representações, você poderá ganhar ou perder, dependendo se elas fortalecem ou impõem limites. As representações são as fontes de recursos para produzir ações que levam à vitória ou à derrota. Basta então que representemos coisas boas para nós repetidamente até impressionarmos nosso cérebro que obedientemente nos colocará em um estado de recurso capaz de nos mobilizar em direção ao resultado desejado. Simples assim, mas não fácil. Não depende de sua crença, depende de treino.
*Professora Dra. em Ciências da Saúde
Consultora Mano a Mano Cursos
www.manoamanocursos.com.br
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Dica de Filme:O Grande Desafio
O Grande Desafio
Inspirado em fatos reais, O Grande Desafio tem bom roteiro, fotografia, trilha sonora e boa direção de Denzel Washington, que vive o personagem Tolson. Com elenco escorado em veteranos (Washington e Forest Whitaker), mas com boas atuações de novatos, o longa emociona e provoca a reflexão sob vários aspectos, fruto óbvio dos debates, principal matéria prima da trama. Neste filme aprende-se que muitas palavras precisam ser ditas e que deve-se acreditar no seu poder.
Você pode assistir o filme no link a baixo:
https://www.youtube.com/watch?v=4tJiimHYDe0
quarta-feira, 9 de julho de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
O Mérito da Escrita em meio à Revolução Tecnológica
Uma das maiores "
invenções" da humanidade, sem
dúvida, foi a escrita, que surgiu da necessidade de registrar fatos,
descobertas, emoções e modos de ver o mundo. A linguagem escrita é tão significativa que constitui a
linha divisória entre a pré-história e a história, um índice do desenvolvimento do homem. No
final do século XVIII, a Revolução
Industrial e seus avanços tecnológicos inauguraram a produção de massa
simultaneamente à emergência do operariado que, de um modo ou de outro,
intensificou a questão da reificação, segundo Karl Marx, ou seja, a
coisificação do ser, a valorização do homem pelo que ele produz , rende, e não
pelo que de fato ele é. Nesse caso, atendendo às exigências de
melhorias, no final do século XIX, é instaurada a escolaridade obrigatória (
pelo menos na teoria) e, assim, a aquisição da leitura e escrita passa a ser
instrumento de saber, ao contrário do analfabetismo, sinônimo de fracasso do
indivíduo como ser social. Afinal, é pela escolaridade, a priori, que a pessoa
pode vir a " ser alguém", ter acesso à cultura e ao poder.
Isso tudo porque escrever é
refletir, entender e descobrir. Trata-se de uma fantástica atividade cerebral e
motora: escrever é pensar num assunto,
selecionar as ideias de acordo com o objetivo, transpô-las para o texto com
coerência e, por fim, "reescrever", sim, reescrever, pois nenhum
texto nasce pronto. Sem procurar ser um escritor profissional, os vestibulandos
devem saber bem disso ou qualquer um a que seja determinada tal tarefa.
Escrever é , portanto, uma espécie de desafio, um enfrentamento da página em
branco e uma aceitação da aventura de preenchê-la, de produzir um todo
comunicativo - um texto - para nos aproximar de alguém, de você, caro leitor. Pode-se, com isso,
relacionar paradoxalmente a escrita com um ato de isolamento que busca a
aproximação entre os seres.
Hoje, diante desta nova revolução
tecnológica, do frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e
incessantes estímulos, saltamos textos e imagens e interagimos numa velocidade
incrível. Em todo este aparato tecnológico, a escrita encontra um novo nicho,
uma nova forma de manifestar-se: com a internet, e-mails, blogs, orkut,
twitter, facebook, e toda espécie de ambientes virtuais, as pessoas estão
"postando" suas mensagens. Apesar disso, são evidentes os perigos:
fragmentação, superficialidade, absoluta falta de consenso ou centro, já que na
internet circulam informações como numa grande periferia, onde facilmente seus
navegadores se perdem. Segundo Nicholas
Carr, autor do provocativo livro - The Shallows: what the internet is doing
with our brains - as novas tecnologias vêm provocando danos a partes do
cérebro, relacionadas à inteligência, além de nos tornar menos sensíveis a
sentimentos como compaixão e piedade. Ele critica a leitura apressada, rasa e
distraída e o aprendizado superficial, e diz que essa dispersão da atenção vem
à custa da capacidade de concentração e de reflexão. Paralelamente, Anne Mangen, da Universidade
de Stavangers, na Noruega, alerta para a diferença entre teclar e escrever,
postulando: "Quando escrevemos com a caneta, os movimentos feitos deixam
uma memória motora na região sensorio-motora do cérebro, que nos ajuda a
reconhecer as letras e os sentidos. Isso implica uma conexão entre leitura e
escrita, e sugere que o sistema sensorial-motor exerce um grande papel no
processo de reconhecimento visual durante a leitura".
É.... a internet , como tudo, tem dois
lados, de modo que precisamos conhecê-los para
o melhor aproveitamento. Cada um, de acordo com sua consciência e
sabedoria deve saber o limite e acima de tudo não ficar apenas diante dos
notebooks, celulares, smartphones, ipads... e realmente procurar diminuir as
distâncias com um toque no ombro do conhecido, um abraço no amigo real.
A escrita tem este poder mágico de
registrar e perpetuar nosso pensamento e desejo: o de sermos mais humanos, felizes.
Carla Mano - Profª. de Português e Redação do Mano a Mano Cursos
terça-feira, 3 de junho de 2014
HOMEM E IDENTIDADE NO BRASIL
HOMEM E IDENTIDADE NO BRASIL
Mestre Paulo Cervi
Gênese
Carta
do Achamento – narrativa descritiva a partir de uma visão europeia sobre o
homem e a terra descoberta
Barroco
– conflito entre pecado x perdão. Homem em busca da autonomia. Efemeridade.
Dualismo existencial.
Arcadismo – busca da
razão. Idealização, sonho, imaginação. Viver o momento (Carpe Diem de Horácio)
Romantismo –
bipolaridade. Distanciamento da razão. Idealização de tudo. Fugacidade.
Realismo e Naturalismo
– razão e animalidade. Questionamento ético. Negação do escapismo.
Aprofundamento do ser. Zoomorfismo e Instintividade. Desvios patológicos.
Modernismo
– paródia e tripartição do modelo proposto pelos românticos. Busca de
identidade despojada do ufanismo e repleta de criticidade. Abaporu de Tarcila do
Amaral.
Contemporaneidade
– intimismo e busca do EU. Questionamento existencial – Clarice Lispector e
João Guimarães Rosa.
Filosofia como forma de interpretar o mundo
Objetivo: Refletir sobre a importância da filosofia para
compreender o mundo e os problemas essenciais da filosofia que estão novamente
em evidência.
Perguntas
que voltamos a fazer:
A Filosofia
passou, de novo, a ser interessante.
A Filosofia
como prática sistemática.
A Filosofia
como autoconhecimento.
A Filosofia
como autocapacidade.
A Filosofia
como “entre ajuda”.
Famosos e importantes!
Ser famoso
não acrescenta nada... O que realmente importa é ser IMPORTANTE, no sentido de
ser importado, de ser levado para dentro.
Ser
importante é fazer falta para alguém.
Etimologicamente,
a palavra felicidade quer dizer "estado de plenitude", por vezes
equiparado ao "estado de prazer".
Na realidade, o prazer em si não é a felicidade, mas a
ilusão da felicidade.
Khalil Gibran escreveu a este respeito:
Sim,
em verdade, o prazer é um canto de liberdade. E de bom grado eu vos veria
cantá-lo de todo coração; mas não gostaria de vos ver perder vosso coração nesse canto.
Felicidade:
... a felicidade é o
resultado final de uma vida dedicada ao conhecimento progressivo , partindo-se
do mundo material, sensível, até se atingir a ideia de Bem, ápice do
conhecimento do mundo inteligível.
“[...] porquanto uma
andorinha não faz verão, nem um dia tampouco; e da mesma forma um dia, ou um
breve espaço de tempo, não faz um homem feliz e venturoso.” (Ética a
Nicômaco, p. 16)
A eliminação dos desejos
desnecessários e a moderação dos demais, leva à autarquia (governo da própria
vida, não dependência de elementos externos) e à ataraxia (estado de imperturbabilidade
da alma)
Infelicidade: não evitar
coisas más e se preocupar com as indiferentes.
Plano físico: saúde física,
estudos sobre ondas cerebrais etc.
Plano psicológico: saber
administrar os próprios pensamentos e sentimentos.
Plano econômico: relação
entre renda, relações sociais e felicidade.
Plano social: relação com a
comunidade, infelicidade relacionada à comparação social e ao individualismo.
Saber, saborear
Degustar,
Santa Felicidade, Nenhum de nós.
Traga, a sua alegria
Inunde a minha vida
A sua beleza é bem vinda
Penso em você, de um jeito impossível
Um começo assim difícil
Quando está perto dói, e estar longe dói
Ainda mais
Inunde a minha vida
A sua beleza é bem vinda
Penso em você, de um jeito impossível
Um começo assim difícil
Quando está perto dói, e estar longe dói
Ainda mais
Filosofia e temas
de Filosofia como forma de interpretar o mundo.Tanta
felicidade
Na minha vida
Todos os dias, da minha vida
Santa felicidade
Na minha vida
Todos os dias, da minha vida
Ter você
Na minha vida
Todos os dias, da minha vida
Santa felicidade
Na minha vida
Todos os dias, da minha vida
Ter você
Traga, a sua alegria
E mude a minha vida
A sua leveza é bem vinda
Não vou tentar encontrar desculpas
Para não ser alguém melhor
Melhor pra você, melhor pra mim, pra todo mundo
E mude a minha vida
A sua leveza é bem vinda
Não vou tentar encontrar desculpas
Para não ser alguém melhor
Melhor pra você, melhor pra mim, pra todo mundo
No caminho, os olhares, os
vazios
Se chocaram
E tudo ficou mais claro
E tudo ficou mais claro
Se chocaram
E tudo ficou mais claro
E tudo ficou mais claro
“Felicidade é ter algo o que fazer ter algo que amar e algo que
esperar”.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Redação no ENEM
Você está prestes a enfrentar nada mais, nada menos, que 180 questões a serem analisadas e resolvidas. Na prova referente a Linguagens, Códigos e Tecnologias você irá se deparar com a tão temida redação. Tal fato o (a) assusta?
Se sim, uma boa dica é não deixar que isso se torne um obstáculo para você, o que pode gerar em resultados negativos quanto ao seu desenvolvimento mediante o processo avaliativo. Dessa forma, a dica principal pode ser dada em somente uma palavra – “preparação”.
Em face desse pressuposto, preparamos algumas dicas indispensáveis a qualquer candidato que deseje um bom desempenho, sobretudo no que se refere à redação. Assim sendo, ei-las:
Geralmente, o tipo textual mais requisitado é o dissertativo-argumentativo, no qual você irá se posicionar frente a um assunto, no intuito de convencer o interlocutor acerca da concretude de suas ideias. Para início de conversa, faz-se necessário que você se conscientize de dois fatores fundamentais: a necessidade do domínio do código linguístico, materializado pelos seus conhecimentos acerca dos fatos que regem a língua como um todo; e o outro diz respeito ao repertório, demarcado pelos seus conhecimentos, pelo conjunto de informações que se tem de um determinado assunto. Acredite! Munido (a) de ambas as competências, com certeza você irá longe.
O que significa ter domínio do código linguístico? Como você sabe, a linguagem escrita encontra-se submetida à variedade padrão, e essa, por sua vez, é regida pelos preceitos gramaticais. Assim sendo, cumpre dizer que distintos elementos integram essa modalidade, como, por exemplo, ortografia, semântica (relativa ao significado que as palavras apresentam em se tratando de um dado contexto), sintaxe (envolvendo questões relacionadas à concordância e à regência), entre outros.
Foquemos agora nossa atenção na importância do repertório. Imagine se você fosse convidado a falar acerca de um assunto do qual não tem o menor conhecimento. Seria, no mínimo, constrangedor, não é verdade? Daí a importância de estarmos preparados para expor nossas ideias e opiniões de forma sensata e consciente. Dessa forma, a base sólida para arquitetar um bom repertório é tão somente buscar informações, ampliando seu conhecimento em todos os sentidos.
De tal modo, nada melhor do que desenvolver o hábito da leitura de bons livros; manter-se informado (a) acerca dos acontecimentos que norteiam a sociedade de uma forma geral, assistindo aos noticiários nacionais e internacionais, lendo jornais e tantas outras fontes informativas que se encontram ao nosso inteiro dispor; conversar com amigos, familiares e pessoas influentes, no sentido de trocar experiências, compartilhar informações; ler editoriais, artigos de opinião, enfim, textos nos quais prevaleça o discurso argumentativo.
http://vestibular.brasilescola.com/enem/redacao-no-enemparte-i.htm
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