quinta-feira, 27 de junho de 2013

REDAÇÃO EXEMPLAR MANO A MANO CURSOS

Os rios da vida: superar para vencer
“O rio só atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar os obstáculos”. Essa frase do mítico filósofo chinês Lao Tsé revela a importância da superação frente aos inúmeros obstáculos propostos pela vida. Esses empecilhos, que dificultam a busca pelo sucesso pessoal e profissional, precisam ser, primeiramente, reconhecidos para então serem superados.
Na sociedade capitalista, um dos maiores desafios dos indivíduos é a falta de recursos financeiros. Isso porque para quem almeja uma boa vaga no mercado de trabalho e o reconhecimento social, ter um bom nível de escolaridade e várias habilidades é indispensável. Assim, a elaboração de um bom currículo pode custar caro, já que atividades como cursos preparatórios, aulas de idiomas, intercâmbios culturais e desenvolvimento de projetos são onerosas. Contudo, algumas pessoas conseguem transpor essas dificuldades fazendo financiamentos, poupando dinheiro ou obtendo bolsas de estudo.
Outro desafio para quem quer se tornar um vencedor é o preconceito e a descrença por parte de outros, o que pode fazer com que a pessoa deixe de acreditar em sua capacidade. Isso acontece, por exemplo, com deficientes físicos, os quais, muitas vezes desistem de alguma atividade por aceitarem a invalidez, lamentavelmente, ainda pregada pela sociedade. Entretanto alguns não sucumbem frente essas adversidades, dando uma lição de superação ao mundo, como ocorre nos Jogos Paraolímpicos.
Superar as barreiras impostas pela vida é, portanto uma tarefa difícil que exige muito esforço e dedicação. É somente através dessa força de vontade indomável que poderemos ser como os rios de Lao Tsé e nos tornarmos legítimos vencedores.

Carolina Paim Fernandes

Aluna Mano a Mano

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Redações EXEMPLARES


A Liquidez contemporânea

Desde a segunda metade do século XXX, a terceira revolução industrial tem contribuído para mudanças na vida contemporânea. Os avanços tecnológicos são visíveis, mas também afetam as relações humanas. Tal fato, associado à realidade do capitalismo monopolista contribui para a formação de uma sociedade baseada no consumo extremamente individualista, que considera altruísmo as esmolas dadas aos mendigos nas ruas.
Do mesmo modo, essa sociedade tecnológica é incapaz de pensar a longo prazo, uma vez que a vida é vista como algo efêmero, com pouca duração Macbeth, na peça de William Shakespeare , ao ser informado da morte de sua esposa já divaga sobre o assunto: “Apega-te, apega-te chama breve! A vida não passa de uma sombra que caminha.” Sob essa perspectiva, observa-se uma visão imediatista, que considera desnecessário pensar no amanhã.
Por outro lado, não se pode ignorar que, mesmo em condições adversas para o altruísmo, há pessoas em todo o mundo que, de alguma forma, doam-se aos outros, sem pedir nada em troca. Um exemplo é o que aconteceu na tragédia da Boate Kiss, em Santa Maria, na qual desconhecidos salvaram vidas, cooperaram na assistência aos feridos. O apoio foi primordial na sobrevivência de pessoas, tanto no local do acontecido como em hospitais.
Finalmente, compreende-se que os avanços tecnológicos devem ser utilizados não apenas para diminuir fronteiras e tornar o mundo global, mas também para torná-lo unido e respeitando as diferentes culturas, torná-lo igual. É nesse contexto que ações como a de Roberto Marx, que plantou árvores “palma talipot” para o proveito do próximo, devem ser valorizadas.

Gabriel Bridi


Experiência de gerações passadas: entre o bem e o mal.

Nossa sociedade contemporânea está em constantes transformações. Fato que nos faz refletir, todos os acertos das gerações passadas para o crescimento social. Em contraponto a isso, não esquecemos de analisar as atitudes falhas que ainda trazem conseqüências negativas a nossa sociedade.
Primeiramente, as experiências vividas pelas gerações passadas que mais valorizo é o engajamento dos jovens em questões sociais. Os jovens da época “rebelde” não se calavam para o sistema, tinham voz e iam à luta sem medo das conseqüências. Como exemplo, os fortes movimentos contra a ditadura militar no Brasil, ato de extrema coragem, pois muitos saiam verbalmente e fisicamente agredidos dessas manifestações. Outro exemplo são os jovens da Woodstok, com a bandeira “faça amor não faça guerra”, conseguiram alertar o mundo sobre todas as atrocidades que os EUA cometiam na guerra do Vietnã, assim pressionando ao final dessa sangrenta luta. De uma forma, geralmente tentaram melhorar a sociedade, o que é pouco observado nas gerações atuais.
Mesma com inúmeras experiências plausíveis das gerações passadas, existem atitudes negativas que não gostaria de reproduzir, como o estúpido preconceito e o machismo. Na sociedade mais antiga, a mulher era criada, desde pequena, submissa a uma figura masculina, primeiramente ao pai, depois ao marido, sem o direito de opinião e questionamento. Além disso, outra forma de menosprezar uma pessoa, era o preconceito que existia entre as raças. Os negros, mesma após muitos anos de abolição, eram vistos, lamentavelmente, como seres inferiores ou até mesmo marginais. Muitos pensamentos mudaram porém, ainda existe muitos resquícios prejudiciais das gerações antigas que circulam em nossa sociedade.
Portanto, existem muitos atos das gerações passadas que devemos valorizar. No entanto, há inúmeras experiências que devem ser corrigidas e esquecidas para que nossa sociedade evolua, diante dos erros passados, e não venha cometer os mesmos em gerações futuras.

Bruna Polanski

Mano a Mano Cursos



sábado, 20 de abril de 2013



Lançamento do Livro Dinâmica Textual: testes de compreensão e interpretação, de Carla Mano e Paulo Cervi, na Feira do Livro de Santa Maria - 2012. Nas fotos, junto aos autores, membros da Academia Santa-Mariense de Letras, sendo na segunda foto, a Patronesse da Feira do livro deste ano de 2013: Eugenia Barichello.