quinta-feira, 29 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
REDAÇÃO EXEMPLAR MANO A MANO CURSOS
Os
rios da vida: superar para vencer
“O
rio só atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar os obstáculos”. Essa
frase do mítico filósofo chinês Lao Tsé revela a importância da superação
frente aos inúmeros obstáculos propostos pela vida. Esses empecilhos, que
dificultam a busca pelo sucesso pessoal e profissional, precisam ser,
primeiramente, reconhecidos para então serem superados.
Na
sociedade capitalista, um dos maiores desafios dos indivíduos é a falta de
recursos financeiros. Isso porque para quem almeja uma boa vaga no mercado de
trabalho e o reconhecimento social, ter um bom nível de escolaridade e várias
habilidades é indispensável. Assim, a elaboração de um bom currículo pode
custar caro, já que atividades como cursos preparatórios, aulas de idiomas,
intercâmbios culturais e desenvolvimento de projetos são onerosas. Contudo,
algumas pessoas conseguem transpor essas dificuldades fazendo financiamentos,
poupando dinheiro ou obtendo bolsas de estudo.
Outro
desafio para quem quer se tornar um vencedor é o preconceito e a descrença por
parte de outros, o que pode fazer com que a pessoa deixe de acreditar em sua
capacidade. Isso acontece, por exemplo, com deficientes físicos, os quais,
muitas vezes desistem de alguma atividade por aceitarem a invalidez,
lamentavelmente, ainda pregada pela sociedade. Entretanto alguns não sucumbem
frente essas adversidades, dando uma lição de superação ao mundo, como ocorre
nos Jogos Paraolímpicos.
Superar
as barreiras impostas pela vida é, portanto uma tarefa difícil que exige muito
esforço e dedicação. É somente através dessa força de vontade indomável que
poderemos ser como os rios de Lao Tsé e nos tornarmos legítimos vencedores.
Carolina Paim Fernandes
Aluna Mano a Mano
quarta-feira, 5 de junho de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Redações EXEMPLARES
A Liquidez contemporânea
Desde
a segunda metade do século XXX, a terceira revolução industrial tem contribuído
para mudanças na vida contemporânea. Os avanços tecnológicos são visíveis, mas
também afetam as relações humanas. Tal fato, associado à realidade do
capitalismo monopolista contribui para a formação de uma sociedade baseada no
consumo extremamente individualista, que considera altruísmo as esmolas dadas
aos mendigos nas ruas.
Do
mesmo modo, essa sociedade tecnológica é incapaz de pensar a longo prazo, uma
vez que a vida é vista como algo efêmero, com pouca duração Macbeth, na peça de
William Shakespeare , ao ser informado da morte de sua esposa já divaga sobre o
assunto: “Apega-te, apega-te chama breve! A vida não passa de uma sombra que
caminha.” Sob essa perspectiva, observa-se uma visão imediatista, que considera
desnecessário pensar no amanhã.
Por
outro lado, não se pode ignorar que, mesmo em condições adversas para o
altruísmo, há pessoas em todo o mundo que, de alguma forma, doam-se aos outros,
sem pedir nada em troca. Um exemplo é o que aconteceu na tragédia da Boate
Kiss, em Santa Maria, na qual desconhecidos salvaram vidas, cooperaram na
assistência aos feridos. O apoio foi primordial na sobrevivência de pessoas,
tanto no local do acontecido como em hospitais.
Finalmente,
compreende-se que os avanços tecnológicos devem ser utilizados não apenas para
diminuir fronteiras e tornar o mundo global, mas também para torná-lo unido e
respeitando as diferentes culturas, torná-lo igual. É nesse contexto que ações
como a de Roberto Marx, que plantou árvores “palma talipot” para o proveito do
próximo, devem ser valorizadas.
Gabriel
Bridi
Experiência de gerações
passadas: entre o bem e o mal.
Nossa
sociedade contemporânea está em constantes transformações. Fato que nos faz
refletir, todos os acertos das gerações passadas para o crescimento social. Em
contraponto a isso, não esquecemos de analisar as atitudes falhas que ainda
trazem conseqüências negativas a nossa sociedade.
Primeiramente,
as experiências vividas pelas gerações passadas que mais valorizo é o
engajamento dos jovens em questões sociais. Os jovens da época “rebelde” não se
calavam para o sistema, tinham voz e iam à luta sem medo das conseqüências.
Como exemplo, os fortes movimentos contra a ditadura militar no Brasil, ato de
extrema coragem, pois muitos saiam verbalmente e fisicamente agredidos dessas
manifestações. Outro exemplo são os jovens da Woodstok, com a bandeira “faça
amor não faça guerra”, conseguiram alertar o mundo sobre todas as atrocidades
que os EUA cometiam na guerra do Vietnã, assim pressionando ao final dessa
sangrenta luta. De uma forma, geralmente tentaram melhorar a sociedade, o que é
pouco observado nas gerações atuais.
Mesma
com inúmeras experiências plausíveis das gerações passadas, existem atitudes
negativas que não gostaria de reproduzir, como o estúpido preconceito e o
machismo. Na sociedade mais antiga, a mulher era criada, desde pequena,
submissa a uma figura masculina, primeiramente ao pai, depois ao marido, sem o
direito de opinião e questionamento. Além disso, outra forma de menosprezar uma
pessoa, era o preconceito que existia entre as raças. Os negros, mesma após
muitos anos de abolição, eram vistos, lamentavelmente, como seres inferiores ou
até mesmo marginais. Muitos pensamentos mudaram porém, ainda existe muitos
resquícios prejudiciais das gerações antigas que circulam em nossa sociedade.
Portanto,
existem muitos atos das gerações passadas que devemos valorizar. No entanto, há
inúmeras experiências que devem ser corrigidas e esquecidas para que nossa
sociedade evolua, diante dos erros passados, e não venha cometer os mesmos em
gerações futuras.
Bruna
Polanski
Mano
a Mano Cursos
sábado, 20 de abril de 2013
Lançamento do Livro Dinâmica Textual: testes de compreensão e interpretação, de Carla Mano e Paulo Cervi, na Feira do Livro de Santa Maria - 2012. Nas fotos, junto aos autores, membros da Academia Santa-Mariense de Letras, sendo na segunda foto, a Patronesse da Feira do livro deste ano de 2013: Eugenia Barichello.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Entrevista com a Participação da Professora Carla Mano
Programa, Saúde e Educação da Rádio Gaúcha - Santa Maria - RS
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